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    Sergio Tarcitano

    Nascido em Volta Redonda, RJ. Formado em Marketing. Acompanha automobilismo desde criança. Filho de dirigente, tem o esporte nas veias. Trabalhou com Marketing Esportivo por vários anos, e hoje escreve suas colunas da belíssima Curitiba.

16/05/2017

A nova cara da Fórmula 1

Desde a primeira prova dava para notar que os novos donos da F1 queriam mudar alguma coisa para aumentar o interesse do público pela categoria, e parece que estão conseguindo. O GP da Espanha teve a melhor audiência, aqui no Brasil, dos últimos 6 anos. O desinteresse não era só aqui, na Europa, que é o foco, a audiência também era baixa. As mudanças não foram, e nem serão, radicais. O automobilismo americano é sucesso de público, eles sabem o que fazer.

Não podemos desconsiderar, evidentemente, a volta da competição como fator de interesse. Nos últimos anos era uma disputa pelo terceiro lugar, os dois primeiros estavam quase certos. Eu estava, depois de 40 anos acompanhando, desanimado com a categoria. Me animei este ano influenciado pelo desempenho da Ferrari, eu estava na Itália e por lá a F1 voltou a ser assunto.

Uma coisa que parece pequena, e menos importante, adotada a partir deste GP foi a obrigatoriedade de deixar o numeração visível. Para nós, minoria fanática, reconhecíamos pelo capacete, mas para a maioria ficava difícil acompanhar ao vivo. Vai facilitar até para nossos locutores e comentaristas que volta e meia falam uma besteira...

Para mim o que mostrou a sensibilidade dos caras para aproveitar oportunidades foi o caso do garotinho que chorou na arquibancada. Eu imaginei que algum jornalista iria procurar o garoto e a mãe para fazer alguma matéria, arrumar um encontro com o Kimi e etc. Mas não, a organização, ou a própria Ferrari, foi feliz em aproveitar a oportunidade e mostrou que o público é o foco da nova F1. O retorno financeiro será uma consequência.

Mas a mudança que mais me interessa, e já foi falada, é acabar com os pilotos pagantes. Um absurdo isso. Nunca mais teremos um brasileiro campeão desse jeito, o “pobre” do Felipe Nars era uma promessa até perder seu patrocínio master. Depois que ficou sem dinheiro desaprendeu a pilotar? Tudo bem que na categoria sempre foi assim, quem tinha patrocínio arrumava vaga mais rápido, mas agora está demais. Eu mesmo já estou pensando em fazer um crowdfunding para disputar o GP do Brasil, até já peguei emprestado o autorama do vizinho para ir treinando. Pelo menos na frente do Stroll eu consigo chegar...



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